
Não sei se todos sabem...mas alguns na maioria sim.Principalmente os alunos do Instituto Educacional Arco Iris.
Em 2006,a professora Amélia Ferraz,preocupada com a falta de informação por parte de seus alunos,elaborou um modulo sobre a Cidade de Esplanada e introduziu no programa de ensino de Cultura Baiana da 6ª e 7ª serie do 1º grau.
Para tal sua fonte de pesquisa basicamente foi o Livro do Sr. Hildeth Cardoso de Faria(História de Esplanada),um módulo adquirido emprestado na CONDER (Diagnostico do Sistema Turistico de Baixio),alguns mapas defasados no IBGE e um estudo trabalhoso feito nas fichas do Senso Cultual de 2005, elaboradas pela Secretaria de Cultura do Estado da Bahia.
Dessa forma,foram reunidas informações e conhecimentos básicos sobre o Municipio,permitindo assim ações reflexivas sobre como as relações sociais, econômicas e culturais podem produzir mudanças no meio ambiente, devendo ser planejadas e gerenciadas de forma a pontecializar os impactos positivos e minimizar os negativos,gerando beneficios a comunidade e ao meio em que se vive.
Por outro lado,como artista e cidadã preocupada em valorizar a pluralidade do patrimônio sócio/cultural esplanadense, a ser preservado por todos, usou em suas aulas de educação artística, recursos para que os mesmos através da fotografia,desenho , pesquisa e teatro,desenvolvessem o interesse para tal.
Pois bem.De lá para cá já se passaram 6 anos. Esplanada continua a crescer em população,ruas,bairros porém seu povo pouco sabe da sua história.
E onde encontra-la? Na biblioteca?
Sabemos que um povo sem historia é um povo sem identidade.
Precisamos viver mais preocupados em manter nossas tradições. Tradições essas que na verdade NÃO EXISTEM MAIS ! É uma pena porque são elementos que precisam ser preservados ,mesmo havendo uma descaracterização com o tempo.
O Litoral Norte onde nos situamos é hoje uma região essencialmente turistica,no entanto nossos governantes não acham que é possivel nossa região gerar fonte de renda para a população.
Por tanto e por amar a terra onde passei a maior parte da minha infância e onde hoje resido ha 12 anos é que continuo a clamar pela cidade. Mesmo que por ora, devido ao cansaço e a falta de interesses das autoridades,meu clamor seja suave quase intimo.
Mas...VAMOS CONTINUAR VESTINDO A CAMISA : ESPLANADA PRECISA REVIVER!!
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